Sono na pandemia – Dicas de como dormir bem

Especialistas da Associação Brasileira do Sono dão dicas de higiene do sono

Preocupação e ansiedade tornaram-se queixas ainda mais frequentes pelos brasileiros, em tempos de pandemia.  A mudança da rotina e a necessidade de distanciamento social podem ter efeitos nos sincronizadores do ritmo circadiano, fundamentais para o funcionamento do ritmo biológico. Além de estarem mais preocupadas e ansiosas, as pessoas tiveram mudanças na rotina que tinham ao longo do dia.

Além disso, dormir pouco, privando-se de sono, produz efeitos nocivos à saúde mental, alterando e piorando o humor; funções psíquicas complexas, como tomada de decisões, aprendizagem, memória e pensamento; além do funcionamento do sistema imunológico que, neste caso, é importante para as defesas do organismo contra a Covid-19.

A médica neurologista Dra. Andrea Bacelar, presidente da Associação Brasileira do Sono, explica que quando o indivíduo apresenta uma predisposição a ter insônia, situações de incerteza e medo podem aumentar o grau de ansiedade e alerta, desencadeando os sintomas de insônia e, quando perpetuados por um longo período, podem se tornar um problema crônico.

“Problemas e preocupações cotidianas que tiram o sono, são os mesmos que se intensificaram neste período de pandemia, como doenças na família ou medo de ficar doente, problemas conjugais, dificuldades financeiras e medo do desemprego”, destaca Dra. Andrea Bacelar, presidente da Associação Brasileira do Sono. Somam-se a esses fatores o uso excessivo de equipamentos eletrônicos, o consumo abusivo de álcool, de tabaco e de medicações sem orientação médica, inclusive remédios para tentar dormir.

Para a Dra. Andrea Bacelar os efeitos colaterais da Covid-19 na saúde mental e nos distúrbios do sono, em médio e longo prazos, serão conhecidos a partir de estudos e estatísticas que a sociedade médica ainda está construindo. “O que já temos de estudos de fora do Brasil é que a tendência é dobrar. Sabemos que 30% ou um terço da população tem queixa de insônia. A suspeita é que isso dobre”, alerta.

“Temos o cenário de pessoas que eram saudáveis e começam a experimentar agora queixas de insônia, de pessoas que já trataram no passado, estavam assintomáticas e tiveram uma recaída, de pacientes que estavam em tratamento antes da pandemia, controlados, e tiveram uma recidiva do problema; e pacientes que estavam em investigação e o quadro clínico se modificou pelo agravamento da situação social”, detalha Dra. Andrea Bacelar.

 

Dicas para dormir melhor em tempos de Pandemia

Para auxiliar a população nesse desafio de dormir melhor diante desse cenário de incertezas, os especialistas da Associação Brasileira do Sono elaboraram recomendações e orientações de rotina. Seguem algumas dicas:

 

– Estabeleça uma rotina durante o dia

Estar mais tempo no ambiente doméstico necessitando realizar tarefas domésticas e familiares pode não ser sua rotina.

– Estabeleça uma rotina para a noite

A rotina da noite é tão importante quanto a rotina do dia. Assim, mantenha um horário regular de sono, isto é, procure dormir e acordar sempre no mesmo horário. Esse hábito ajudará a manter os ritmos biológicos do seu organismo, fundamentais para o funcionamento saudável.

– Deixe a luz entrar

Exponha-se à luz natural abrindo as janelas de casa assim que acordar para permitir que o ar circule e a luz chegue a você. Estude o horário que o sol bate em sua casa e exponha-se à luz do sol para que possa fixar as vitaminas essenciais à manutenção de sua saúde.

– Cultive o contato consigo mesmo

Adote o uso de um diário ou escreva cartas sobre o que sente ou percebe acontecer em sua vida íntima. Essa prática simples ajuda a promover reflexão e um contato mais profundo com seus sentimentos, além de servir como uma importante válvula de escape.

– Cultive o contato com sua família

Caso more com outras pessoas, familiares ou não, tente manter uma convivência harmoniosa, ajudando e respeitando o espaço e o tempo do outro. Organize-se para terem momentos juntos para além das refeições, que podem ser, por exemplo para assistirem os noticiários diários, uma série ou filmes ou quem sabe um momento de lazer com jogos?

Confira a lista completa das recomendações dos especialistas da Associação Brasileira do Sono no site: http://www.absono.com.br/assets/recqualidadevidaesono.pdf

Serviço

Site: www.absono.com.br

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Celular: 11 93147-1616

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30 anos do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente)

Como o cinema pode contribuir para a proteção integral das crianças e adolescentes?

O documentário Mundo Sem Porteira – Um alerta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes aponta caminhos para a prevenção

No próximo dia 13 de julho, celebramos os 30 anos do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, reconhecido como o principal instrumento normativo do Brasil que estabelece direitos e garantias especiais às crianças e adolescentes.

Assinado em 13 de julho de 1990, um dos seus principais avanços foi a concretização do artigo 227 da Constituição Federal (CF), que objetiva a proteção às crianças e adolescentes.

“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”. (art. 227 da Constituição Federal).

Considerado um dos mais graves problemas que violam os direitos garantidos pelo estatuto, a exploração sexual infanto-juvenil é a principal abordagem do documentário Mundo Sem PorteiraUm alerta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes, disponível nos Canais YouTube; Vimeo e Videocamp.

Dirigido e roteirizado pela cineasta Gisela Arantes, o documentário é reconhecido internacionalmente, recebendo o Certificado de Excelência e o Prêmio de Melhor Fotografia no 4º Indian World Film Festival, além de ser contemplado com a Menção Honrosa do Júri, no 8º Delhi Shorts International Film Festival, na Índia.

“Acredito que o cinema e a cultura em geral, exerçam um papel fundamental nessa perspectiva da prevenção. Por meio da história de Thaís, o Filme revela as experiências de diversas meninas que passaram pela exploração, pelo abuso e o abandono. Com depoimentos de caminhoneiros, organizações para proteção, educadores, especialistas, líderes em Direitos Humanos e jovens engajados, apresenta uma visão multicausal do problema e de como solucioná-lo”, ressalta Gisela.

A Umiharu Produções Culturais e Cinematográficas, que produziu o documentário, lançou também o Guia para Debate, juntamente com a Childhood Brasil, organização social que prestou consultoria técnica ao Filme.

O curta-metragem tem o apoio da Lei Proac do Governo do Estado de São Paulo e os patrocínios da C&A, Gerdau e Klabin. Conta com a fotografia de Luís Villaça e a música original de André Abujamra.

GISELA ARANTES

Cineasta, diplomada pela Universidade Anhembi-Morumbi, formou-se também como atriz pelo Teatro Célia Helena. Capacitou-se como empresária cultural, cursando marketing cultural, gestão do terceiro setor e empreendedorismo, com certificações também pelo Sebrae.

A expertise adquirida durante anos atuando no programa Glub Glub da Rede Cultura, com mais de 700 episódios exibidos, e toda sua experiência como atriz, autora, diretora e produtora de sucesso, aliadas ao conhecimento sobre educação e a formação em cinema, levou Gisela à concepção da Umiharu Produções Culturais Cinematográficas, onde cria e realiza Projetos Culturais, voltados à difusão da cultura humanista, tornando-se uma empresa referência em Economia Criativa.

Dentre os projetos realizados, destacam-se:

Iniciativas socioculturais itinerantes, como: Água, Arte e Sustentabilidade, que recebeu o prêmio internacional científico, Tall Poppies Queesland; O Bloco do Povo Encantado, espetáculo teatral e oficina para educadores, que aborda a diversidade cultural do povo brasileiro.

E os Audiovisuais, cujo mais recente lançamento, Mundo Sem Porteira – um alerta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes, recebeu a Menção Honrosa do Júri no Festival Internacional de Delhi; e Excelência e Melhor Fotografia no 4º Festival Internacional de Cinema da Índia

Serviço:

Filme Completo Mundo Sem Porteira – Um alerta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes: https://bit.ly/2WxMSqf

Site: http://mundosemporteira.umiharu.com.br/

Instagram: @gisela.arantes

Mais informações para a imprensa:

Luciana Tierno

luciana@tiernopress.com.br

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Igualdade de gênero – mulheres se destacam e ocupam mais cargos de liderança

Na Dr. Localiza, empresa especializada em rastreamento e recuperação de veículos, cerca de 60% das colaboradoras são mulheres e estão na linha de frente

São Paulo, 10 de julho de 2020 – Para que os países latino-americanos se desenvolvam mais rápido, é necessário aumentar as políticas que promovem o emprego de mulheres. É o que apontam os dados da publicação Conjuntura Laboral na América Latina e no Caribe, divulgada em 2019 pela ONU. (Fonte: https://nacoesunidas.org/igualdade-de-genero-no-mercado-de-trabalho-e-crucial-para-crescimento-latino-americano/amp/).

 

Em 2007, a participação feminina em cargos formais no Brasil era de 40,8%, segundo o Ministério do Trabalho. Em 2016, novos dados revelaram que o índice aumentou para 44%. Esse crescimento pode ser relacionado à diminuição do tabu de que algumas profissões não são para mulheres.

 

A área de segurança, por exemplo, se antes era predominantemente masculina, agora já conta com empresas onde esse cenário mudou. É o caso da Dr. Localiza, especialista em rastreamento e recuperação de veículos. Atualmente, dos 239 funcionários, 143 são mulheres. A diretora geral, Patrícia Jardim, completa: “Dentre as 10 posições estratégicas que a nossa empresa possui, seis são lideradas por mulheres, que demonstram ter excelente responsabilidade e comprometimento com suas funções”.

 

A própria diretora é um exemplo desse número e relata sua experiência no setor: “Trabalhar no ramo de segurança não é muito diferente dos demais setores, mas sem dúvidas exige muita disposição e determinação para ter voz ativa em um ambiente predominantemente masculino. Quando você demonstra firmeza no seu conhecimento, fica muito mais fácil obter melhores resultados. O fato da mulher ter uma característica profissional mais voltada para o lado humano permite melhor interação com o time e, consequentemente, resultados mais efetivos. Está muito claro que o gênero não é o fator que faz o profissional se destacar, mas sim a sua vontade e determinação de apresentar os resultados conforme a empresa do colaborador”.

 

No recrutamento, a empresa afirma valorizar os candidatos independentemente de gênero, orientação sexual e idade. “Para nós, o que importa é a pessoa mostrar determinação e vontade de fazer as coisas acontecerem”, finaliza Patrícia.

 

De acordo com a ONU, se mantivermos o mesmo ritmo de crescimento da participação feminina no mercado de trabalho, serão necessários 80 anos para alcançar a paridade de gênero nos empregos e mais de 75 anos para obter a igualdade salarial. (http://www.onumulheres.org.br/noticias/em-artigo-publicado-na-folha-de-s-paulo-diretora-executiva-da-onu-mulheres-chama-atencao-para-a-urgencia-de-acoes-concretas-para-a-igualdade-de-genero/).

 

Serviço:

 

Dr. Localiza

Site: www.drlocaliza.com.br

Facebook: @doutorlocaliza

Instagram: @doutorlocaliza

16 de setembro – Dia Nacional do Caminhoneiro

“Mundo Sem Porteira” alerta sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas e debate o papel do caminhoneiro frente à causa

16 de Setembro é o Dia Nacional do Caminhoneiro. Nas estradas, o motorista enfrenta horas atrás do volante, longe de casa e com metas a cumprir, e é também no seu trajeto que ele se depara com 2.487 pontos vulneráveis à exploração de crianças e adolescentes. As questões multicausais desse problema nas rodovias federais são abordadas no documentário Mundo Sem Porteira – um alerta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes, dirigido e roteirizado pela cineasta Gisela Arantes, da Umiharu Produções Culturais e Cinematográficas.
O curta-metragem de 27 minutos, disponível no Canal You Tube, trata dos caminhos percorridos em 20 anos para o enfrentamento do problema e aponta as perspectivas de futuro para uma sociedade mais inclusiva e justa.
Os depoimentos dos caminhoneiros no documentário ilustram bem como a informação contribui para mudanças de atitude. Um dos caminhoneiros contou sua experiência nesse sentido. Outro relatou que interviu quando viu uma adolescente em situação de exploração sexual. “Há várias formas de contribuir para combater a exploração, cada um de nós tem seu papel. Denunciar por meio do Disque 100 é uma ferramenta importante, mas sabemos também que precisamos agir sobre as causas, e nesse sentido o conhecimento, o diálogo e os debates coletivos sobre o tema, inspiram novas perspectivas e o compromisso de toda a sociedade”, ressalta Gisela.
O filme conta com a consultoria técnica da Childhood Brasil, organização social que atua há 20 anos no enfrentamento do problema, especialmente nas estradas brasileiras. Além disso, recebe o apoio da Lei Proac, do Governo do Estado de São Paulo e tem o patrocínio das empresas C&A, Gerdau e Klabin.
“Mundo Sem Porteira” é um projeto que tem como carro-chefe o documentário e é acompanhado por um Guia para Debate, elaborado com o intuito de dar suporte para que as empresas, as instituições, educadores, estudantes, cuidadores, e formadores de opinião possam promover uma boa conversa sobre o tema.
Recentemente, o filme adquiriu o Certificado de Produto Brasileiro (CPB), pela Ancine – Agência Nacional de Cinema.
“Sabemos que falar sobre violência sexual não é fácil, mas precisamos conversar sobre isso para gerar as mudanças necessárias. O Guia traz dicas dos assuntos que podem ser explorados durante o debate. No filme, o tema é tratado com muita delicadeza e humanidade”, ressalta a cineasta.
O Guia para Debate do filme Mundo Sem Porteira está disponível para download no site do filme. Clique aqui. 

Assista ao filme.

13 de julho – 29 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

O documentário Mundo Sem Porteira faz um alerta sobre um dos graves problemas que violam os direitos das crianças e dos adolescentes: a exploração sexual nas estradas brasileiras

Como a sociedade pode agir para proteger as crianças e os adolescentes? Em quais pontos avançamos e retrocedemos, após ser sancionado o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que completará no próximo dia 13 de julho, 29 anos de vigência? Considerado um dos mais graves problemas que violam os direitos garantidos pelo estatuto, a exploração sexual infanto-juvenil é o principal alerta do documentário Mundo Sem Porteira, lançado há dois meses pela Umiharu Produções Culturais e Cinematográficas. Para facilitar o debate sobre esse tema complexo e repleto de tabus, a produtora criou o Guia para Debate sobre o Filme, que pode ser baixado por qualquer órgão, instituição ou pessoas interessadas em dialogar sobre o assunto.

O curta-metragem, com duração de 27 minutos, é dirigido e roteirizado por Gisela Arantes. A cineasta ganhou notoriedade ao protagonizar o programa infantil Glub Glub, da TV Cultura, emissora que comemora 50 anos. “Ouvimos diretamente os depoimentos de muitas mulheres que passaram por isso, e que dividiram generosamente conosco as suas memórias. Conversamos com associações de proteção, assistentes sociais e outros expoentes. Recebemos os direcionamentos da Childhood Brasil, consultora técnica do filme, com base também nas pesquisas realizadas em parceria com Universidades Federais”, conta Gisela.
Assim como o Filme, o Guia para Debate conta com a consultoria técnica da Childhood Brasil. No material, são apresentadas as principais estatísticas; dicas para o facilitador; reflexões sobre o Filme e as causas e caminhos para prevenção; como agir para proteger crianças e adolescentes, além de sugestões para o debate.
“Todos temos responsabilidade pelas vidas das crianças e dos adolescentes do Brasil e do mundo”, ressalta Gisela.
O Guia para Debate e o Filme contam com o apoio do Governo Estadual de São Paulo, pela Lei PROAC e com o patrocínio das empresas C&A, Gerdau e Klabin.
Assista ao Filme:
https://www.youtube.com/watch?v=33ES_Sbefxs

Exploração sexual de crianças e adolescentes – Violação de direitos humanos
A exploração sexual de crianças e adolescentes é uma das mais perversas formas de violação da dignidade e de direitos de um ser humano. No Brasil, em particular, onde há um alto índice de crianças e adolescentes em situação de pobreza e miséria, a vulnerabilidade torna-se mais intensa, criando situações favoráveis para que meninos e meninas sejam alvo da exploração sexual.

Estatísticas
– 60 milhões de crianças e adolescentes vivem no Brasil (IBGE, 2010).
– 46% das crianças e adolescentes menores de 14 anos vivem em domicílios com renda per capita até meio salário mínimo (IBGE, 2010).
– 132 mil famílias são chefiadas por crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos (IBGE, 2010).
– 2.487 pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias federais (PRF, 2017/2018).
– Cerca de 527 mil pessoas são estupradas no Brasil a cada ano. Crianças e adolescentes representam mais de 70% das vítimas. Fonte: IPEA, 2014.
– A violência sexual contra crianças atinge mais as meninas. Denúncias com vítimas do sexo feminino representam entre 71,8% e 83,5%. *Fonte: Disque 100 e Sistema VIVA/SUS.
– A cada hora, pelo menos 4 crianças ou adolescentes são vítimas de violência sexual no Brasil. Apenas 7 em cada 100 casos de exploração sexual de crianças e adolescentes são denunciados (Disque 100, 2012 a 2015).

Gisela Arantes – Roteirista e Diretora do filme
Cineasta, Autora, Diretora, Empresária Cultural, Atriz e Arte-Educadora
Cineasta, diplomada pela Universidade Anhembi-Morumbi, formou-se também como atriz pelo Teatro Célia Helena, e estudou com grandes mestres como Klaus Viana, Denise Stoklos, Luís Alberto de Abreu e J. C. Viola, entre outros. Aprimorou-se em cinema com Caio Gullane, Lauro Escorel, e diversos profissionais em Cinema Total, do Instituto Nacional de Cinema.
Capacitou-se como empresária cultural, cursando marketing cultural, gestão do terceiro setor, e empreendedorismo, com certificações também pelo Sebrae.
A expertise adquirida durante anos atuando no programa Glub Glub da Rede Cultura, com mais de 700 episódios exibidos, e toda sua experiência como atriz, autora, diretora e produtora de sucesso, aliadas ao conhecimento sobre educação e a formação em cinema, levou Gisela à concepção da Umiharu, onde cria e realiza Projetos Culturais. Com atuações na Itália, Portugal, Japão e grande itinerância pelo Brasil, responde pela concepção original, desenvolvimento e gestão dos Projetos com a assinatura da Umiharu.

Sobre a Umiharu
Estimulando a democratização da cultura, oferece criações próprias e projetos sob medida, que geram interação das empresas com a comunidade e o poder público. Com qualidade, inovação, comprometimento e transparência, a Umiharu agrega valor à marca de seus patrocinadores: Coca-Cola Femsa, Rabobank, Usiminas, Gerdau, Nestlé, 3M, Duratex/ Deca, Braskem, Pernambucanas, C&A, Klabin, Novartis, Sandoz, ABN Amro, HSBC, Banco Sumitomo,. Além disso, conta com as parcerias em projetos da ONU Mulheres e Childhood Brasil.
Voltada à criação e difusão da cultura humanista, a Umiharu é referência em Economia Criativa, contando com investimento direto ou por meio das Leis de Incentivo à Cultura. Seus projetos vêm impactando milhares de pessoas: ÁGUA, ARTE E SUSTENTABILIDADE, prêmio internacional Tall Poppies Queesland, 40 mil pessoas, 13 cidades; PROGRAMA DE RÁDIO NA MÃO CERTA, 65 mil DVDs; O BLOCO DO POVO ENCANTADO, sucesso em 5 cidades, 7.000 pessoas; CÉSAR, IMPERADOR URBANO, curta-metragem exibido na Cinemateca Brasileira e em festivais; É VOCÊ QUEM DECIDE, curta-metragem exibido no MIS e circuito; para citar alguns.

Serviço:
Umiharu Produções Culturais e Cinematográficas
www.umiharu.com.br
Facebook: @umiharuproducoesculturais
Instagram: @gisela.arantes
You Tube: www.youtube.com/UmiharuProdCulturais

Informações para a imprensa:

imprensa@tiernopress.com.br

Contato: Luciana Tierno

 

Umiharu lança o filme “Mundo Sem Porteira”

Um alerta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas brasileiras. Com esse propósito, a Umiharu Produções Culturais e Cinematográficas lançará, no próximo dia 28 de maio, o documentário “Mundo Sem Porteira”.

O filme, roteirizado e dirigido pela cineasta Gisela Arantes, trata dos caminhos percorridos em 20 anos para o enfrentamento do problema e aponta as perspectivas de futuro para uma sociedade mais inclusiva e justa.

“O jogo de tempo com a ‘maioridade da causa’, aos 21 anos, remete à esperança de maior maturidade da sociedade brasileira em relação à essa conscientização e ação efetiva”, conta Gisela.

Trata-se de um curta-metragem de 27 minutos, com uma visão multicausal do problema e de como solucioná-lo, apresentando diversos depoimentos, dando voz aos caminhoneiros, às organizações para proteção, educadores, especialistas, líderes em Direitos Humanos, jovens engajados, entre outros.

O filme conta com o apoio da Lei Proac do Governo do Estado de São Paulo e o patrocínio da C&A, Gerdau e Klabin.

A consultoria técnica é da Childhood Brasil, organização social que faz parte da World Childhood Foundation, e atua há mais de 20 anos no enfrentamento do problema, principalmente por meio do Programa Na Mão Certa.

“A linha narrativa que permeia os depoimentos se baseia na história real de Thaís. Ela revela as experiências de diversas outras meninas, que passaram pela exploração sexual, pelo abuso sexual e o abandono. Foram muitas vozes ouvidas, representadas pelo drama poético de sua trajetória”, adianta Gisela.

O filme conta com músicas compostas por André Abujamra e Eron Guarnieri e imagens plasticamente belas, do diretor de fotografia Luís Villaça, que revelam o universo das estradas e seus personagens.

Para completar a concepção, a porteira, elemento ficcional que dá nome ao filme, também homenageando Guimarães Rosa, é uma metáfora poética que apresenta um mundo ideal onde as crianças em sua diversidade, brincam e se divertem juntas e livres.

Com base em diversas pesquisas, incluindo as realizadas pelas Universidades Federais do Rio Grande do Sul e Sergipe, apoiadas pela Childhood Brasil, e uma série de depoimentos de mulheres que viveram a exploração sexual na infância e juventude, Mundo Sem Porteira visa despertar a consciência e inspirar a ação para que mais pessoas, empresas e organizações se somem a essa causa.

Assista o teaser: https://www.youtube.com/watch?v=odshi0Tu2nc

Após o dia 28 de maio, o documentário estará no ar no Canal YouTube da Umiharu: www.youtube.com/UmiharuProdCulturais.

Mais informações sobre o filme: http://mundosemporteira.umiharu.com.br

 

Exploração sexual de crianças e adolescentes – Violação de direitos humanos

A exploração sexual de crianças e adolescentes é uma das mais perversas formas de violação da dignidade e de direitos de um ser humano. No Brasil, em particular, onde há um alto índice de crianças e adolescentes em situação de pobreza e miséria, a vulnerabilidade torna-se mais intensa, criando situações favoráveis para que meninos e meninas sejam alvo da exploração sexual.

Estatísticas

– 60 milhões de crianças e adolescentes vivem no Brasil (IBGE, 2010).

– 46% das crianças e adolescentes menores de 14 anos vivem em domicílios com renda per capita até meio salário mínimo (IBGE, 2010).

– 132 mil famílias são chefiadas por crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos (IBGE, 2010).

– 2.487 pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias federais (PRF, 2017/2018).

– 4.059.137 denúncias de pornografia infantil na internet via Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos nos últimos 13 anos (Safernet, 2019).

– Cerca de 527 mil pessoas são estupradas no Brasil a cada ano. Crianças e adolescentes representam mais de 70% das vítimas. Fonte: IPEA, 2014.

– Calcula-se que menos de 10% dos casos sejam notificados às autoridades. *Fonte: Pesquisa Nacional de Vitimização (2013), SENASP, Datafolha e Crespi.

– A violência sexual contra crianças atinge mais as meninas. Denúncias com vítimas do sexo feminino representam entre 71,8% e 83,5%. *Fonte: Disque 100 e Sistema VIVA/SUS.

– A cada 10 crianças e adolescentes 1 será sexualmente abusada antes de completar 18 anos. *Fonte: ONG Darkness to Light.

Dormir bem é Envelhecer com Saúde #SemanadoSono2019

Com o slogan “Dormir Bem É Envelhecer com Saúde”, os especialistas da Associação Brasileira do Sono (ABS), Associação Brasileira de Medicina do Sono (ABMS) e Associação Brasileira de Odontologia do Sono (ABROS) promoverão, de 11 a 17 de março, em nível nacional, a Semana do Sono 2019, campanha anual de conscientização sobre a importância da qualidade e quantidade do sono para a saúde humana.
O sono reparador ao longo da vida é um dos fatores essenciais para o envelhecimento saudável. “As pessoas que costumam dormir mal têm mais chances de desenvolver ou antecipar o aparecimento de doenças, necessitando de intervenções e tratamentos crônicos, incluindo aquela quantidade de medicações para tomar diariamente”, afirma a médica neurologista Dra. Andrea Bacelar, presidente da Associação Brasileira do Sono. A especialista explica que o cuidado com a quantidade e qualidade do sono deve ser permanente para que, nas fases mais avançadas, o indivíduo possa usufruir de melhor qualidade de vida.
Reconhecida e premiada internacionalmente pela World Sleep Society, por ter realizado uma das melhores campanhas da Semana do Sono de 2018, atingindo milhares de pessoas por todo Brasil, a entidade tem como objetivo para este ano sensibilizar ainda mais pessoas e contribuir para a melhor qualidade do sono dos brasileiros.

Durante a Semana do Sono 2019, os especialistas estarão com atividades voltadas à população, que inclui a exposição de totens que apontam quais os principais fatores que afetam a qualidade do sono e apresentarão recomendações para que as pessoas possam ter hábitos mais saudáveis para melhorar a qualidade do sono.

Os principais temas abordados pelos especialistas durante a Campanha serão: Envelhecimento e Sono; Apneia Obstrutiva do Sono; Privação de Sono; Insônia; Sono na Infância.

A programação completa da Semana do Sono 2019 está disponível no site da Campanha: www.semanadosono.com.br.

Principais sinais de privação de sono

Fonte: Associação Brasileira do Sono                                        

  • Dificuldade de concentração;
  • Dificuldade para expressar emoções;
  • Incapacidade para resolver problemas;
  • Irritabilidade e alterações de humor;
  • Problemas de memória;
  • Sonolência excessiva durante o dia.

Sono na Infância

O recém-nascido, em geral, dorme cerca de 16 a 18 horas (no total das 24 horas) e acorda a cada 3 a 4 horas. Aos seis meses de idade, o bebê costuma dormir cerca de 14 horas. O número de horas de sono tende a diminuir progressivamente, até chegar a 8 horas de sono de um adulto.

Vários fatores podem afetar o sono da criança, como doenças sistêmicas, medicações, condições ambientais, assim como a sua faixa etária e o seu desenvolvimento.

Os distúrbios do sono mais comuns na população infantil são:

Insônia. A insônia comportamental ocorre em 10% a 30% das crianças pré-escolares.

Ronco: a prevalência do ronco frequente é de 10-12%.

Apneia Obstrutiva do Sono: a prevalência é de 1-3%

 Sono na Adolescência

O tempo total de sono recomendado ao adolescente é de cerca de 9 horas. Entretanto, tem sido cada vez mais comum a avaliação de adolescentes que dormem menos de 7 horas por noite, ou seja, com privação crônica de sono.

Os fatores que podem afetar o sono normal dos adolescentes são as medicações, doenças sistêmicas e condições ambientais. Há evidências de que o sono insuficiente na adolescência pode aumentar o risco de obesidade e diabetes. A queixa de insônia também e comum na adolescência e é caracterizada pela dificuldade para iniciar e/ou manter o sono, com a percepção de sono inadequada ou anormal.

O horário escolar dos adolescentes que estudam no período da manhã também é um fator preocupante, que comprovadamente afeta a qualidade do seu sono e, consequentemente prejudica o seu rendimento escolar.

A recomendação dos especialistas é que haja uma revisão no horário escolar, de forma a amenizar as consequências evidentes a curto, a médio e a longo prazo na vida desses adolescentes.

Sono e envelhecimento

Sono dos adultos a partir dos 50 anos de idade

Há mudanças para dormir à medida que as pessoas envelhecem. O sono se torna menos profundo e há mais despertares. O sono se torna mais vulnerável a distúrbios.

Os idosos apresentam um sono mais interrompido e, por esse motivo, podem apresentar mais cochilos durante o dia e tendem a dormir e a acordar mais cedo. Isso é natural e não significa que a qualidade de sono dessa população deva necessariamente ser ruim.

Fatores que podem perturbar o sono

Fonte: Conselho Global de Saúde do Cérebro (GCBH)

  • Trabalho por turnos.
  • Alteração de fusos horários.
  • Hospitalizações.
  • Fatores ambientais (por exemplo, ruído, leve, temperatura desconfortável).
  • Padrões de estilo de vida ruins (por exemplo, falta de atividade física, ciclos irregulares de sono-vigília, beber muito álcool ou bebidas com cafeína especialmente ao final do dia).
  • Problemas de saúde mental (por exemplo, depressão, ansiedade).
  • Problemas de saúde física.
  • Certos medicamentos.

Sintomas de potenciais distúrbios do sono

Fonte: Conselho Global de Saúde do Cérebro (GCBH)

  • Dificuldades persistentes de iniciar ou permanecer dormindo, o que resulta em prejuízo do funcionamento durante o dia.
  • Sonolência diurna.
  • Fadiga ou baixa energia.
  • Dificuldade em prestar atenção e redução da concentração.
  • Declínio da memória.
  • Perturbação do humor (irritabilidade, depressão).
  • Problemas comportamentais (impulsividade, agressividade).
  • Prejuízo no Funcionamento ocupacional ou social.
  • Comportamentos anormais durante o sono (por exemplo, chutar, falar ou gritar, pesadelos, roncos, atuar durante os sonhos).
  • Comer de maneira não controlada durante a noite.
  • Aumento da probabilidade de erros / acidentes.
  • Despertar com falta de ar, roncos ou apneias testemunhadas.
  • Sensações desconfortáveis nas pernas na hora de dormir.
  • Ranger testemunhado de dentes.
  • Acordar com dor de cabeça ou dor nos maxilares ou regiões auriculares.

 

Jornal do Colégio Albert Einstein – Objetivo Guará – Edição Dez/Jan

Com o tema “Missão Futuro”, o Colégio Albert Einstein – Objetivo Guará inicia 2019 com muitas novidades para os seus alunos.

Confira nesta edição. Leia mais.

Congresso Brasileiro do Sono 2018 teve início nesta sexta (30)

Apneia do Sono e Sono do Adolescente são os principais destaques do Congresso

Começou nesta sexta-feira (30) o Congresso Brasileiro do Sono 2018, evento que reúne neurologistas, pneumologistas, cardiologistas, otorrinolaringologistas, psicólogos, biólogos e demais profissionais que estudam o Sono. Este ano, o encontro está sendo realizado no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo e bateu recorde de público e de trabalhos científicos inscritos. Os principais temas debatidos durante o Congresso estão relacionados à Apneia do Sono e Privação de Sono.

O Sono do Adolescente é um dos grandes destaques da grade. Durante o encontro, os participantes receberão o dossiê elaborado pela Associação Brasileira do Sono, que traz os resultados da pesquisa inédita aplicada em março deste ano sobre os horários escolares e as implicações no sono de adolescentes. O Congresso divulga, também, o lançamento de novos medicamentos para o tratamento da insônia.

Abaixo, segue um breve resumo dos temas que estão sendo debatidos no Congresso:

Apneia do Sono

O Dr. Geraldo Lorenzi Filho, presidente do Congresso, comentou sobre a incidência da apneia do sono e o atraso que comumente acontece no diagnóstico por parte daqueles que sofrem com o problema. “De acordo com um estudo feito no InCor, 50% dos pacientes com problemas cardíacos têm apneia. Estamos diante de um problema que faz tão mal para a vida das pessoas e elas não fazem o diagnóstico.  No Congresso foi apresentado estudo, relevando que 40% das pessoas têm o sintoma clássico de sonolência, mas a maior parte nem de sonolência se queixa. Como muitos sofrem com a privação de sono, devido aos sintomas da vida moderna, com o cansaço e estresse, os casos em que a sonolência é decorrente da apneia, em geral, atrasam o diagnóstico.

 Apneia do Sono nas mulheres

Outro assunto que será debatido durante o Congresso é a apneia do sono em mulheres.

O palestrante Dr. Rodrigo Pedrosa, de Pernambuco (PE), ressalta que, embora o diagnóstico de apneia do sono aponte maior incidência no público masculino, a apneia nas mulheres traz consequências mais graves. “A apneia do sono na mulher está associada com maior risco de hipertensão. Além disso, mulheres com apneia do sono apresentam mais aterosclerose coronariana. Outro fator importante é que a apneia do sono contribui para o baixo desempenho físico das mulheres. A mulher obesa que tem apneia do sono apresenta capacidade de realizar atividades físicas bem inferior às mulheres que só são obesas”, comenta o especialista.

Durante o Congresso, os especialistas estarão debatendo políticas públicas para o CPAP, indicado para o tratamento da apneia do sono.

Sono do Adolescente

O Congresso oferece duas mesas redondas para tratar sobre o tema Sono do Adolescente: uma em que será discutido como o horário escolar influencia no padrão de sono, os aspectos neurobiológicos da relação entre o sono e o aprendizado, a importância do sono para esse aprendizado, as intervenções que podem ser feitas durante o sono que vão influenciar no aprendizado dessa criança e adolescente e as consequências clínicas, psíquicas, de avaliação e desempenho. Na outra mesa serão debatidas as questões de políticas públicas. Para compor essa mesa, os especialistas contam com a presença do presidente da Comissão Nacional de Educação, Eduardo Deshamps. “Para essa discussão, pretendemos contar também com algum representante da Câmara dos Deputados para que possamos avançar com o nosso grande objetivo de transformarmos o nosso Manifesto em Projeto de Lei. Trata-se de uma ideia completamente inovadora num congresso onde se tem multidisciplinaridade na área do sono, mas sempre com profissionais da área de saúde. Nós queremos agora envolver pessoas da área política para que consigamos efetivamente mudar o horário escolar”, adianta a Dra. Andrea Bacelar, presidente da Associação Brasileira do Sono.

Credenciamento para a imprensa: imprensa@tiernopress.com.br

Agenda

Congresso Brasileiro do Sono

Dias 30/11 e 01/12/2018

Local: Centro de Convenções Frei Caneca – São Paulo/SP

Site do Congresso: www.congressosono2018.com.br

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Como prestar apoio ao parceiro diagnosticado com o câncer de próstata?

Paradoxo da doença: A psicóloga Andrea Menezes e Chagas afirma que a travessia da doença pode despertar no indivíduo práticas mais saudáveis e uma vida mais duradoura

Qual a repercussão do tratamento do homem que passa pelo diagnóstico do câncer de próstata? Considerada um estigma para os homens devido ao órgão afetado, o câncer de próstata é uma doença que deve ser tratada com afeto e apoio psicológico, especialmente pela parceira do indivíduo diagnosticado. “Ao receber o diagnóstico, o homem fica vulnerável, inseguro, se sente minimizado como pessoa, na sua masculinidade. Então, é importante que nessa hora a mulher revele o seu amor com gestos, seja cúmplice no sentido de demonstrar sua presença e apoio, para que ele fique seguro de que não estará só. É essencial que ela se informe para dar notícias verídicas, reais, concretas de esperança, pois desde que diagnosticado no início do tratamento existe um prognóstico de cura e isso é importante para que ela possa passar essa esperança à medida da realidade dos fatos, sem falsas expectativas. Essa segurança é de fundamental importância para vencer a doença”, alerta a psicóloga clínica Dra. Andrea Menezes e Chagas, especializada em Análise de Famílias e Casais.

A especialista explica que a forma como o homem lida com o diagnóstico, o impacto da notícia vai depender da sua personalidade, do seu histórico de vida, do quão maduro ele é, do quão ameaçado ele fica, mas invariavelmente, quando se fala de câncer a primeira coisa que o homem pensa é que ele pode morrer. Muitos outros medos acompanham o homem ao ser diagnosticado com a doença. Ele teme ficar impotente, não ter mais a relação com a parceira da mesma forma como tinha habitualmente. É comum ele passar a agir com indiferença na relação amorosa. “É importante entender que alguns homens nesse momento têm a necessidade de se isolar, pois temem o olhar piedoso, a discriminação das pessoas”, comenta Andrea.

A psicóloga ressalta que a doença apresenta um paradoxo: diante do diagnóstico, considerado grave, o homem se coloca diante de uma oportunidade de enxergar com um novo olhar para a própria vida.  “O diagnóstico vem como um susto, mas ele também pode ser um momento de retomada da vida em vários aspectos. É comum, por exemplo, notarmos que antes do diagnóstico a pessoa se alimentava mal, em alguns casos apresentavam uma prática de vida ruim, em excesso, bebiam demasiadamente. Através dessa pausa obrigatória para se recuperar da doença, muitos podem tornar suas vidas melhores do que eram antes do diagnóstico, com práticas mais saudáveis, mais confortáveis, a partir da tomada de consciência. Esse acaba sendo o lado positivo que um diagnóstico como esse pode trazer”, considera Andrea.

Sobre o Câncer de Próstata

O câncer de próstata é um tumor que acomete homens maduros e pode ser curado quando ainda está localizado. Se identificado já em estágio avançado, o risco de sobrevida do paciente é muito menor. Portanto, o diagnóstico precoce é fundamental no controle e cura da doença.

O diagnóstico pode ser feito através de dois exames: a dosagem no sangue do PSA e o toque retal.

O PSA (Antígeno Prostático Específico) é uma proteína que pode ser encontrada no tecido prostático, no sêmen e na corrente sanguínea. Um resultado normal no PSA, isoladamente, não exclui a possibilidade de haver um tumor maligno. Daí a necessidade do toque retal.

O exame de toque costuma durar segundos, é indolor e permite avaliar características fundamentais para o diagnóstico de doenças prostáticas. Se, após esses exames houver suspeita da doença, pode ser necessária uma biópsia para confirmar o diagnóstico.

O câncer de próstata pode ser variável, de baixa, intermediária ou alta agressividade, estar localizado apenas na próstata, avançado localmente ou já espalhado em outros órgãos.

O tratamento é realizado de acordo com as variáveis apresentadas pelo indivíduo diagnosticado. As estratégias utilizadas são cirurgia, radioterapia, hormonioterapia, quimioterapia e vigilância ativa (quando o urologista segue acompanhando, mas não é feita uma intervenção direta no problema). O tratamento ideal é personalizado e busca a melhor forma de combater o câncer com menor grau de agressão ao paciente.

De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Urologia e da Associação Europeia de Urologia, a investigação do câncer de próstata é recomendada a partir dos 50 anos ou a partir dos 45 anos no caso de negros e homens com histórico familiar da doença.

Quando detectada em fase inicial, a chance de cura da doença ultrapassa os 90%.

Perfil Andrea Menezes e Chagas

Psicóloga Clínica. Formada e especializada em Análise de Casais e Famílias pela PUC-SP. Formada em Constelação Familiar pelo Instituto Bert Hellinger Brasil Central. Atende Indivíduos, Casais e Famílias desde 1999. Supervisora Clínica de Profissionais da Área da Saúde Mental. Psicóloga Clínica de famílias, casais e indivíduos. Análise de Grupos. Mentora do Instituto Semear.

Serviço:

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You Tube – @filhosbemresolvidos

Instagram – @Andrea Menezes – Psicóloga Clínica

 

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